VEJA COMO PUBLICAR ARTIGOS EM REVISTAS ACADÊMICAS
July 24th, 2009-Tenha um bom material, com algo novo a acrescentar para a comunidade científica
- Escolha uma revista cujo escopo se aproxime da área temática do seu artigo. Não se esqueça de considerar se a revista é multidisciplinar ou especializada
-Atente para o fator de impacto da revista. Normalmente, é disponibilizado no site
-Verifique, no site da revista, as regras para publicação
- Já com o artigo nos moldes determinados pelo periódico, submeta o texto ao editor da revista
-O artigo será avaliado pelo corpo editorial, que vai realizar a triagem e enviar, se aprovado, para avaliação pelos pares
- Quando os pares enviarem as sugestões e observações, é momento de fazer as adequações exigidas para, então, o artigo ser publicado
Fonte: Universia
Diploma pode acabar com chance de estudo no exterior
July 24th, 2009Planejar uma pós-graduação no exterior não envolve apenas o seu conhecimento do idioma nativo. É preciso pensar em muitas outras coisas fundamentais nesse processo como, por exemplo, o dinheiro que será gasto, providenciar todos os documentos exigidos e passar por um processo seletivo rigoroso. Agora imagine se depois de todas essas etapas você descobrir que apenas seu diploma não é suficiente para ingressar no curso? Esse tipo de problema é bastante recorrente.
A jornalista Cecília Mazzetti passou por isso. "Me graduei em jornalismo na Cásper Líbero e após dois anos de formada fui morar na Alemanha. Quando já estava no país, decidi fazer pós-graduação. Entretanto, o sistema alemão de ensino tem muita burocracia. Depois de mandar todos os documentos necessários, além do diploma traduzido, me informaram que poderia realizar apenas uma pós na área de comunicação", conta.
Apesar da chance dentro do próprio setor de atuação, Cecília queria estudar na área de serviço social. Depois ter recebido a resposta negativa da aceitação na pós, optou por outra graduação, mas os problemas continuaram, já que a aprovação na universidade alemã não passa por um vestibular, mas na análise de desempenho estudantil. "Na Alemanha, existem dois tipos de universidades: uma mais teórica e mais difícil de ser aceita e outra mais prática. Tentei me inscrever na primeira opção, mas fizeram as médias de notas do meu diploma e afirmaram que não seria possível, pois a nota de corte era bem mais alta. Além disso, alegaram que as horas aula que eu tive no Brasil não eram suficientes", lembra.
Para não haver problemas como o de Cecília, a responsável pela CampusFrance, organização cultural que promove o intercâmbio Brasil/França, Carla Ferro, recomenda que o curso no exterior seja planejado ainda no Brasil. O primeiro passo é certificar-se de que a instituição de ensino em que se cursou a graduação é credenciada no MEC (Ministério da Educação). "Isso porque, quando o diploma é reconhecido pelo ministério, a universidade também o reconhece automaticamente", afirma ela.
Segundo informações do DAAD (Intercâmbio Acadêmico Brasil - Alemanha), o processo para reconhecimento de diplomas segue o mesmo esquema dos demais países. Entretanto, esse método só foi instalado depois de 1999, com o Tratado de Bolonha Confira na tabela ao lado mais detalhes sobre o tratado. Antes dele, eram as universidades quem decidiam se reconheceriam ou não o certificado de graduação estrangeiro.
Fonte: Universia
ESTUDANDO PARA O VESTIBULAR
July 3rd, 2009Não é fácil, nem impossível. Para passar na pública é mesmo estudando disciplinarmente. O site Universia está com uma proposta ótima: simulação de provas.
Muitas vezes vestibulando e demais concursandos imaginam que a teoria é a base de tudo. Sim ela é. Mas as questões de vestibular e outras provas são aplicações teóricas. Isso é importante ter em mente quando se estuda. Para estudar é necessário fazer questões. Quanto mais leitura, realização de questões dos concursos, maior o preparo.O Estudo Dirigido acompanhado de questões de um determinado assunto é essencial.
No endereço: http://www.universia.com.br/provasinterativas/ você encontra simulações de:
Acafe
Casper Líbero
EAESP
Simulações da OAB
Vale a pena uma visita!
Fonte: Universia
PROFESSORES BRASILEIROS ESTÃO CORRENDO ATRÁS DE EXPERIÊNCIA NO EXTERIOR
July 2nd, 2009Vale a pena investir em pesquisa e estudo no exterior, mesmo que não esteja vinculado a órgão acadêmicos no Brasil. Atualmente, muitos professores têm cursado mestrado e doutorados em países vizinhos ou europeus. É uma forma de intercâmbio e muito válida para quem pretende estudar a vida inteira.
Professores de Federal podem consultar os programas de convênio que a sua UF tem com o exterior e investir e docência por outro país. Muitos acadêmicos têm feito isso: saindo do país para ofertar atendimento como professor visitante em outras universidades do mundo o que é uma senhora experiência.
Para consultar programas assim, alguns passos são importantíssimos:
1 - Buscar um programa que atenda ao seu perfil de docente no Brasil;
2 - Verificar todas as oportunidades na instituição;
3 - Procurar tanto a troca nacional como a internacional;
4 - Apostar no estudo de um outro idioma, mesmo antes do intercâmbio;
5 - Priorizar os intercâmbios apenas nas suas cadeiras;
6 - Coletar informações sobre o país que pretende ir.
Boa sorte!
Fonte: www.universia.com.br
UM EXELENTE RECURSO PARA O ACADÊMICO: O GOOGLE ACADÊMICO
July 1st, 2009A internet é, sem dúvida, a principal fonte de pesquisa. Basta apenas saber conhecer as principais fontes para não cair no erro da falta de postura científica. Quando produzimos ciência temos que ter uma linguagem mais elaborada do que os veículos midiáticos, pois eles, sem dúvida, cumprem com um tipo de de função social.
O Google criou um serviço só para acadêmicos. É parecido com a busca mas só irá garimpar na net artigos acadêmicos. Não somente arquivos, mas também trechos de livros e referencias consideradas importantes. Ele é um meio para editoras divulgarem livros, para universidades divulgarem trabalhos e papers.
Para os interessando, o endereço é: http://scholar.google.com.br/schhp?hl=pt-BR
Boa sorte!